A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu 4 pessoas nesta terça-feira (20) na segunda fase da Operação Nêmesis. A ação contra o tráfico bloqueou R$ 15 milhões.
Durante as buscas, os policiais apreenderam dinheiro, documentos, eletrônicos e entorpecentes. O grupo vendia "drogas gourmet" para consumidores de alto poder aquisitivo.
A organização usava empresas de fachada e laranjas para lavar o dinheiro ilícito. Um dos líderes identificados foi detido e os demais tiveram bens bloqueados.
A primeira fase da operação ocorreu em 3 de setembro em 5 estados. Na ocasião, foram cumpridos 39 mandados de busca contra o grupo.
Quatro pessoas foram presas em flagrante nesta terça-feira (20) durante a segunda fase da Operação Nêmesis, da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), contra uma organização criminosa suspeita de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Ao todo, foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte e na Região Metropolitana, além do bloqueio de R$ 15 milhões em valores ligados ao grupo.
Durante a ação, os policiais apreenderam dinheiro em espécie, documentos de empresas, celulares, notebooks e drogas.
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Segundo o Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), a organização atuava na comercialização das chamadas "drogas gourmet", entorpecentes de alto valor de mercado destinados principalmente a consumidores com maior poder aquisitivo.
As investigações apontam que o grupo movimentava grandes quantias de dinheiro em curtos períodos. Para ocultar a origem dos recursos obtidos com o tráfico, os suspeitos utilizavam laranjas e empresas de fachada, em um esquema de lavagem de dinheiro que permitia reinserir os valores ilícitos na economia formal.
De acordo com a Polícia Civil, os líderes da organização foram identificados. Um deles foi preso nesta terça-feira, enquanto os demais tiveram bens bloqueados.
A corporação informou que as investigações continuam e que novas fases da operação estão previstas.
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Relembre a primeira fase
A primeira fase da Operação Nêmesis foi realizada em 3 de setembro, quando a Polícia Civil cumpriu 39 mandados de busca e apreensão em cinco estados: Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Acre.
Na ocasião, a investigação apontou que o grupo tinha uma estrutura organizada, com divisão de tarefas e conexões interestaduais. Os suspeitos eram investigados pela comercialização de drogas como skunk, haxixe e ecstasy, vendidas por preços mais elevados.


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